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sábado, março 17, 2012

IMPRENSA

Boas pessoal, aqui o blog não tem tido a devida atenção que mereçe e têm saio em algumas publicações reviews e entrevistas à banda. Vamos colocar todos os links onde isso aconteceu:

REVIEWS:
Daemonivm Blog (Portugal) - Muito Bom - (Clicar no link apócrifos logo abaixo do logo do site)
Crónicas do Som Eterno (Portugal)
Via Nocturna (Portugal)
High Voltage (Portugal) - 8/10
Sound(\)Zone Magazine (Portugal) - 8.2/10
Rock n' Heavy (Portugal) - 8.5/10
Sea of Tranquility (USA) - 3/5
ZwareMetalen (Holanda) - 80/100
Alternative Matter (USA)
Music in Belgium (Bélgica) - 3.5/5
Metal-Temple (Grécia) - 9/10
Pavillon666 (França) - 8.5/10

ENTREVISTAS:
Via Nocturna (Portugal)
Sound(\)Zone (Portugal)
Metal em Portugal (Portugal)
Pavillon666 (França)

ONLINE MAGAZINES (PDF):
Infektion Magazine (Portugal) - Dezembro 2011 - Entrevista
Versus Magazine (Portugal) - Dezembro 2011 - Review - 7.5/10
Hell Divine (Brasil) - Review - 8/10
Versus Magazine (Portugal) - Fevereiro\Março 2012 - Entrevista

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Review @ Hell Divine (Brasil)


Review @ Zware Metalen (Holanda)

Review @ Sea of Tranquility (USA)

http://www.seaoftranquility.org/reviews.php?op=showcontent&id=12175

Skypho is a Portuguese alternative metal band. Same Old Sin is
their latest and most ambitious project to date. The album was recorded by Ivo
Magalhães at Uncle Rock Studios and mastered by Jens Bogren at Fascination
Street Studios, Sweden. The band consists of Hugo Sousa and José Vidal, on
guitar; Carlos Tavares, provides the vocals and acoustic guitar; Hugo Oliveira,
plays percussion; Ricardo Fontoura, on drums; and Ricardo Aguiar, on bass.
After some quiet electric guitar strumming, on the opening track,
s.d.s. along with heavy bass and strings, the full power of this band
and album are opened up with Sleeping in the Monster's Bed, a full
out gallop of power chords, heavy bass and drumming, before Tavares' vocals
scream out, "This is war! Is this what you want?" Just a sample of what to
expect on this powerful album that takes no prisoners. This is heavy music with
no apologies or excuses.
After that initial heavy opening the band settles down musically into
more of a Porcupine Tree meets Soundgarden sound. Some of the tracks are sung in
Portuguese providing their own uniqueness to the mix. However, Tavares' vocals
continue their rage and screaming power.
A última caminhada opens with didgeridoo and an Eastern
vibe, mixed well with rap like vocals, before the screaming begins again. It is
probably the most interesting track on the album.
Spirit is another standout track with its excellent
acoustic and then electric lead guitar set to Latin drums and regular vocals.
The guitar strumming and chord – work is the best on the album. However, the
screaming returns to disrupt the great sound that was building. The drum – work
on this track and the entire album is fantastic.
Jungle Syndrome opens well with cool drums and percussion,
then didgeridoo. Another of the best tracks on the album.
White Bird, with addition of "Diana" on vocals, is another
stand out track.
If you like in your face vocal screaming set to power rock guitar chords,
with heavy bass and drums, you'll like this album.
Track Listing: 01 s.d.s 02 Sleeping in the Monster's Bed 03 A
última caminhada 04 My insomina 05 Your love, my cage, my prison, my
rage 06 Spirit 07 Nowhere Neverland 08 Demon's party 09 Darkness
of the soul 10 My last words 11 Re_nasce 12 Jungle syndrome 13
White bird
Added: January 24th 2012Reviewer: Mark JohnsonScore:

Review @ Rock n' Heavy

http://www.rocknheavy.com/reviews-de-cds/skypho-same-old-sin

Skypho - Same Old SinPosted by Mario Alves on Tuesday, January 3, 2012 Agora que nos encontramos no dealbar de 2012, e para começarmos o ano da melhor forma, as palavras que escrevemos incidem no trabalho de uma das bandas mais fascinantes do panorama atual da música alternativa nacional. Há mais de uma década nas lides musicais e depois de gravarem a demo “Hidden Faces” e o EP “Nowhere Neverland”, os SKYPHO (do grego skiphoi) lançaram , em outubro de 2011, o álbum “Same Old Sin”.Banda que se define através da pluralidade sónica e pela mistura eclética de estilos e se autocaracteriza como iconoclasta, procurando criar objetos artísticos que agradem ao gosto pessoal e que não estejam circunscritos a géneros ou etiquetas – assim são os SKYPHO. Em “Same Old Sin” deparamos com uma componente lírica que retrata a sociedade em que vivemos e a forma como interagimos com os outros. Simbolizando esta interação e a influência sobre o outro, a capa do álbum retrata a dádiva da maçã – a génese de todo o pecado – até porque é acerca do tema do “pecado” que nos falam os SKYPHO.Assim, depois de um longo período de maturação, a banda oferece-nos esta “maçã” da cor do pecado, levando-nos a cair na tentação de a degustarmos, saboreando toda a riqueza de texturas que se esconde no seu interior. Aberta a caixa de pandora, a intro instrumental, “S. D. S.”, instala-nos no universo dos SKYPHO. De seguida, somos arrebatados por “Sleeping In The Monster’s Bed”, um tema que combina melodia, virtuosismo, eletricidade e guturais a roçar a fronteira do death metal. O próximo tema, “A Última Caminhada”, convoca a língua de Camões e depois de um início mais melódico, que prescinde do gutural, incrementa a velocidade e dinamismo heavy através de riffs carregados de eletricidade e de um registo muito assertivo na voz.“My insomnia” abre com a preciosidade étnica proporcionada por Osga no didgeridoo, sendo que o tema se desenvolve em alta rotação, mesmo mantendo-se o registo alicerçado em ritmos de fusão e envolto numa aura tribal. “My Insomnia” e “Your Love, My Cage, My Prison, My Rage” compõem os núcleos deste sistema bipolar. Neste tema, o tom é de revolta e encontramos um manifesto feroz da atitude panfletária e empenhada da banda, funcionando a canção como uma sinopse da riqueza musical deste projeto, visto que aqui encontramos uma grande diversidade dos elementos que constituem o som dos SKYPHO. Depois de evocadas algumas ressonâncias orientais em “Spirit”, escutamos “Nowhere neverland”, um dos temas mais melódicos do álbum, e que demonstra cabalmente como a banda consegue abarcar os registos mais díspares, mantendo sempre a toada alternativa, mesmo enquanto passeia pelas fronteiras do “mainstream”.A percussão tribal marca o início de “Demons’ Party”, tema que intercala o gutural e o registo limpo de forma magistral. Toda a energia do metal de vocação híbrida ou “crossover” explode neste tema arrebatador.“Darkness of the soul” explora novamente a arte de digladiar vocalizações díspares, mantendo o foco na eletricidade e nos níveis de distorção. No capítulo final do álbum, há ainda tempo para um intrépido “My Last Words”, para a beleza singela e cosmogónica de “Re_nasce”, potenciada pelo sabor das palavras em português que conferem novas tonalidades líricas à música dos SKYPHO, não esquecendo também a aura muito worldmusic do tema. “Jungle Syndrome” é o expoente da singularidade deste universo. Para este tema, os SKYPHO convidaram a escola de samba Unidos da Vila e o resultado é algo sui generis nos cânones do metal nacional. Apesar de algumas bandas de metal brasileiras ultilizarem elementos do samba e de outros ritmos oriundos de terras de vera cruz, não é comum encontrar este conceito de tropicalidade numa banda europeia. O epílogo fica reservado para a beleza singela e diáfana de “White Bird”, uma balada que oferece um dueto entre Carlos Tavares e Diana Costa, proporcionando um desfecho delicodoce.Com “Same Old Sin” a banda de Albergaria-A-Velha afirma-se como um valor consumado do metal nacional, logo, pela qualidade deste trabalho, com o devido reconhecimento e os necessários apoios, este projeto tem todas as condições para singrar até mesmo em termos internacionais. No entanto, será sempre necessário que o público português preencha o papel destinado às organizações e às empresas, cabendo-lhe auxiliar este e outros projetos, dando primazia ao que é bom e é nosso, em detrimento das importações requentadas e recauchutadas que abundam nos escaparates e nos principais palcos nacionais.

Skypho na compilação "nós, vol. 1"


Boas pessoal, visitem o link que abaixo deixamos para fazer o download desta compilação. Contríbuimos com o tema "Your love, my cage, my prison, my rage!

sábado, dezembro 17, 2011

Entrevista na Infektion Magazine

Visitem o link abaixo para ler a entrevista que demos à Infektion Magazine!

http://issuu.com/infektionmag/docs/infektion09

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Entrevista no Blog Sound(/)Zone

http://soundzonemagazine.blogspot.com/2011/12/entrevista-skypho.html

FUSÕES PECAMINOSAS
"Apoiem as bandas portuguesas comprando discos e merchandise"

Os Skypho serão, porventura, uma das bandas mais ousadas e descomplexadas de Portugal. É rock, metal, samba, ska, grunge… a ementa é gorda e só pode ser consumida de mente aberta. Aos 11 anos de vida, o grupo de Albergaria-A-Velha vinca o seu espírito descomprometido num álbum de estreia, “Same Old Sin”, com óptimo aspecto sonoro e um conjunto de composições que esconde uma conjugação surpreendente de estilos. Aparentemente, tudo sai de forma natural e não há qualquer receio das “represálias” do público, como garante o guitarrista Hugo Sousa.

Passaram-se sensivelmente quatro anos desde a edição do EP “Nowhere Neverland”. A composição de “Same Old Sin” foi a justificação para esta demora?
A preparação do nosso disco de estreia durou, efectivamente, bastante tempo. Mas o facto de não sermos profissionais da música e termos que manter empregos normais para podermos pagar as nossas contas também pesou neste atraso.

Uma das curiosidades que surge imediatamente quando ouvimos os Skypho é saber como se constrói um som tão ecléctico. Quer explicar-nos este processo?
A forma como o construímos é espontânea, sem grandes estudos para colocar parte “x” ou “y” em determinada música para atingir essa tal sonoridade. A forma como encaixamos cada parte das músicas é bastante descontraída e natural. Gostamos de fazer estas misturas e isso é o que nos define a nível musical.

Por exemplo, quanto tempo demora, em média, a composição de um dos vossos temas?
Depende muito. Tanto podemos fazer uma música num ensaio como andar alguns meses à volta de uma apenas. A nossa preocupação é que no fim nos soe bem. Depois, em estúdio, podemos dar um retoque ou outro nos arranjos.

Não há mesmo qualquer tipo de condicionamento quando estão a compor?
Não. Normalmente as ideias surgem de uma forma espontânea e depois de montarmos a estrutura de uma música e ao entendermos que nos soa bem e dá relevância à mesma, então passa a fazer parte dela em definitivo.

Nunca receiam ser mal entendidos ao misturar estilos tão díspares como samba, ska, world music, grunge e metal?
Sinceramente, não. Optámos por fazer este género de música e sabemos que existe muita gente que não gosta. Por outro lado, existe também muita gente que gosta e vê com bons olhos esta mistura. Sobretudo, temos o maior prazer em concebê-la e isso é o que importa.

Como olham para o espaço que os Skypho podem ter no mercado? A situação coloca-se no vosso caso, apesar de a venda de discos ser, cada vez mais, um acto obsoleto?
Não vivemos obcecados com as vendas, nem compomos com isso no pensamento. Obviamente que gostamos de vender discos porque é uma das formas da banda ser financiada. Mas sabemos que nos dias que correm não é fácil conseguir vendê-los em bom número. Portanto, o nosso espaço é pequeno, bem como o da maioria das bandas portuguesas. Já agora, faço um apelo em nome dos Skypho e das bandas nacionais: apoiem-nos comprando discos e merchandise. É que sem essas pequenas fontes de receita será sempre muito difícil conseguir gravar música. As editoras já não financiam as bandas e os estúdios são caros. Fica o alerta.

Não será então pela hibridez do vosso som que se mantêm independentes…
Não. O facto de trabalharmos sem qualquer tipo de apoio, pelo menos a nível de editoras ou management, não influência a música que fazemos. Mesmo que tivéssemos esses apoios, julgo que não modificaríamos o nosso som. Temos orgulho nele e nunca nos veríamos a optar por fazer algo mais na moda só para conseguir ter algum sucesso comercial.

A opção do Jens Bogren para a masterização deste álbum surgiu como um elemento imprescindível no seu processo de concepção?
Não. Quando nos foi proposto o Jens para masterizá-lo já tínhamos as músicas todas concluídas. O Jens, com a sua qualidade e experiência, contribuiu de forma positiva apenas para o som final do álbum.

Entendem que em Portugal já existem opções credíveis no campo da produção e engenharia áudio?
Julgo que sim. Optámos pelo Jens devido à sua grande qualidade enquanto técnico e porque conhecemos e somos grandes fãs de muitas das bandas com quem ele trabalha. E, como tal, sabemos o que ele consegue fazer. Apesar de reconhecermos que existe muito talento e qualidade por cá, acho que ainda não se chegou a este nível, se calhar não em termos técnicos, mas de material disponível nos estúdios. E a questão da experiência também é muito importante. Por isso, optámos por masterizar o nosso álbum na Suécia.

E em termos de qualidade/criatividade musical, qual é o estado da nação?
Quem está minimamente atento àquilo que se faz em Portugal sabe que existe muita qualidade. Temos grandes bandas cuja música nada deve à que se faz lá fora. Não tenho a mais pequena dúvida em relação a isso.

Como se pode interpretar a relação das letras (que são essencialmente pessoais) com a esquizofrenia musical dos Skypho? É um processo algo aleatório ou tudo converge para um ponto de harmonia?
Julgo que não existe uma relação assim tão estreita entre a nossa filosofia musical e os temas que o nosso vocalista aborda. Podemos afirmar que é um processo algo aleatório.

A estabilidade dos Skypho em termos de formação é um ponto fundamental para a maneira como a banda soa ou seria sempre possível mudar de elementos sem afectar a filosofia da banda?
A nossa estabilidade é, sem dúvida, muito importante. Temos já mais de dez anos de banda e muito poucas alterações registadas. Antes de mais, somos todos grandes amigos, diria mesmo irmãos. Acho que já não haveria Skypho se assim não fosse. Nunca poderia entrar alguém para a banda se não fosse um grande amigo nosso. Tem sido sempre assim.

Será lógico perguntar se a composição nos Skypho parte de uma pessoa ou de um esforço colectivo em proporções equitativas?
Normalmente, o Zé (guitarrista) ou o Carlos (vocalista) levam as suas ideias para a sala de ensaios e aí são trabalhadas em grupo. No fim, cada música tem a contribuição de todos nós, embora o grosso delas seja da responsabilidade destes dois elementos.

Para este álbum, o que há mais planeado para além dos concertos? Um sucessor do videoclip de “My Insomnia”, por exemplo?
De momento, é um facto que só temos planeado a edição de um videoclip, que foi gravado recentemente. O tema é a “Your Love, My Cage, My Prison, My Rage”. De resto, e para já, só mesmo a promoção deste disco através dos concertos, imprensa e deste tal vídeo que verá a luz do dia nas próximas semanas.

Nuno Costa

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Review no Blog Sound(/)Zone

"É curioso como tão discretamente os Skypho foram subindo na sua carreira, mas sempre sob um princípio rígido de qualidade e ousadia. Isto pode parecer paradoxal, até porque a banda já venceu alguns concursos, tocou ao lado de bandas de renome e até já foi ao estrangeiro. Mas a sensação que temos é que o material que apresentam tem potencial para já serem ainda mais falados do que são. Talvez alguma coisa mude com este “Same Old Sin” que apresenta o sexteto de Albergaria-A-Velha, pela primeira vez, em longa-duração.

Recorrendo aos préstimos, novamente, de Ivo Magalhães nos Uncle Rock Studios, e, pela primeira vez, do aclamado Jens Bogren na parte da masterização, salta-nos logo à vista o excelente som deste disco. Depois, vem a amálgama sonora – esquizofrénica - que caracteriza os Skypho desde os tempos de “Nowhere Neverland”, de 2007, que, aliás, acaba por ser aqui representado em vários temas.

Imaginem uns Soulfly e Rage Against The Machine a “churrascar” com uns Primitive Reason e Alice In Chains enquanto uns Ill Niño se encharcam num qualquer beberete latino ameaçado de saque por uns Tendrills ou Korn. Mas… fica complicado resumir os Skypho a estes autores. Isto aqui só pode ser considerado música experimental com um astral radiofónico, ao que não fica alheia a excelente voz de Carlos Tavares. Ao mesmo tempo, o peso está presente, o que os suspende entre o mainstream e o underground. No fundo, estão no seu próprio patamar que é o mais importante.

Não obstante este arrojado melting pot, estamos certos de que o grupo pode evitar certas influências mais vincadas e fazer convergir algumas delas para um todo ligeiramente mais homogéneo. A questão é discutível e adivinhamo-la como o principal estigma dos Skypho – a sua própria categorização.

Entenda-se ainda que os Skypho não descobriram a pólvora, mas têm uma inteligência acima da média ao nível da escrita e são capazes de imprimir uma dinâmica elevada e contagiante aos seus temas. Há demasiado por onde se pegar aqui… e nos tempos que correm não há como não valorizar nem que seja a intenção. Um bem-haja há descomplexidade da música dos Skypho. [8.2/10] N.C."

Visitem: http://soundzonemagazine.blogspot.com

quarta-feira, novembro 23, 2011

Review no Blog High Voltage


http://highvoltage666.blogspot.com/